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Do papiro ao digital

Desde os primórdios, época de papiros e pergaminhos, o livro é um artefato extremamente importante na história e cultura do mundo. Já na Idade Média os monges copistas dedicavam-se em tempo integral para reproduzir obras e assim fazer com que a história não desaparecesse com o tempo. Mais tarde, com a invenção da impressão, os livros passaram por evoluções que modificariam para sempre a maneira de ler. O responsável por tamanha façanha foi Johannes Gutemberg. De lá para cá, a maneira de construir e ler uma obra mudou, e muito. Hoje, com a tecnologia a todo vapor, não é mais necessário comprar livros para se obter uma leitura prazerosa. Na era da internet, midiatização, é possível simplesmente fazer o download do livro escolhido e se deleitar com a leitura, na tela do computador mesmo, ou até mesmo no celular. Alguns anos atrás a opinião das pessoas de que o computador e a internet não roubariam o espaço dos livros era unânime, pois até então, livro era uma coisa que dava para se c...

Carlos Urbim, escritor das crianças, conversa sobre literatura e jornalismo no Bate-papo Jornalístico

Carlos Urbim (à esquerda) com José Nunes, Presidente do Sindicato dos Jornalistas do RS e seu filho Crédito foto: Paulo Bizzarro/www.vivasaoleo.com.br São Leopoldo – Hoje, 16, aconteceu mais uma edição do Bate-papo Jornalístico , O convidado da vez foi o escritor, jornalista e Patrono da Feira do Livro de Porto Alegre deste ano, Carlos Urbim. Com sorriso fácil, carisma, bom-humor e um sotaque arrastado, todos os presentes puderam se deliciar com as histórias do escritor/jornalista. O Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, José Nunes, realizou a abertura do encontro. Nunes falou rapidamente sobre os trâmites da questão da não obrigatoriedade do diploma. “É uma luta, mas, ainda temos uma esperança de reverter essa situação no Congresso Nacional”, declara. Após, Nunes passou a palavra para o convidado. Urbim relatou um pouco de suas origens e experiências profissionais, tanto no jornalismo como na literatura. Natural de Santana do Livramento mudou-se para Po...

Inesquecível Johnny Castle

Fiquei chocada quando ontem, 14, vi anunciar na tv a morte do ator Patrick Swayze. Apesar de saber que ele já lutava contra o câncer há dois anos, mesmo assim fiquei triste com a morte de um ator que aprendi a gostar. Não lembro o primeiro filme que o vi em cena, mas há alguns em especiais que eu gostei muito: Matador de Aluguel (1989), Ghost - Do outro lado da vida (1990), Caçadores de Emoção (1991), mas sobretudo, Dirty Dancing - Ritmo Quente (1987). Já vi esse filme umas dez vezes, tenho o dvd e não canso de assistí-lo. Atire a primeira pedra qual menina que nunca sonhou em realizar os passos de Baby (Jennifer Gray) e Johnny Castle (Patrick Swayze). No filme há até uma música que ele próprio canta: She's Like The Wind. Para quem não lembra ou gosta, fica o vídeo da performance de Baby e Johnny.

Blog novo

Olá! Criei um novo blog, para a disciplina de Jornalismo Online I. O tema escolhido para o blog veio de duas coisas que gosto muito: livros e filmes. Então, optei por fazer um blog que abrangesse os dois temas, porém, com um detalhe, o blog em questão tratará de livros que tiveram suas histórias adaptadas para o cinema. Pretendo então comentar sobre livros clássicos e da atualidade que agoram fazem parte da sétima arte. Para quem tiver interesse o nome é Leitura em Película e os dois primeiros posts já estão disponíveis. http://leituraempelicula.wordpress.com/ Até mais!

Ações desmedidas

O céu estava azul, o sol parecia estar saudando as pessoas, a temperatura estava realmente agradável, afinal era primavera, e as flores coloriam as avenidas, os parques, os canteiros. Renato acordou, tomou banho, leu o jornal acompanhado de um café. Despediu-se da esposa e da filha e saiu para o trabalho. O dia parecia perfeito, mas Renato em seu íntimo sabia que nem tudo estava perfeito. Há dias algo atormentava os pensamentos de Renato, que até então, sempre foi bom marido, bom pai, bom trabalhador, bom vizinho, bom filho. Enfim, Renato estava com problemas, mas preferiu guardá-los só para ele. Sempre comedido, introspectivo, Renato dificilmente falava de seus sentimentos ou problemas. No meio do caminho, em direção ao trabalho vivenciou uma situação pouco usual para ele e que ele normalmente condenava. Ao parar no sinal, cumpriu as devidas normas do trânsito, porém quando a cor mudou do vermelho para o verde, Renato quis logo avançar, mas foi impedido por uma velhinha, com passos le...

Leitura Coletiva

Diariamente utilizo o trem como meio de transporte e viajo por cerca de cinqüenta minutos para ir e voltar do estágio. Para fazer com que minha viagem seja um pouco produtiva procuro ocupar o meu tempo lendo, sejam livros ou revistas. Mas, acontece que certas ocasiões a leitura fica um tanto prejudicada. Explico: hoje estava eu lendo uma revista com uma reportagem sobre os bastidores, o que acontece por trás de um quarto de motel, ou seja, quem são as pessoas que trabalham para deixar tudo em ordem até a próxima “visita”. Porém, em certo momento senti que não era a única interessada em ler a matéria. Na página continha uma foto com a palavra MOTEL grifada em vermelho e letras garrafais. Concordo que não há como não despertar a atenção de olhares alheios e curiosos. Confesso que eu mesma muitas vezes não resisto a uma espiadinha nos livros, jornais e revistas de terceiros (quem já não fez isso?). No entanto, fico completamente constrangida quando alguém invade a minha leitura. Certa...

Eles não sentem frio

Dia típico de agosto. Portanto, frio, vento gelado e cortante. Temperatura não mais do que 10º. As pessoas usam de tudo para amenizar um pouco da sensação gelada que não cessa. Eu recorro a casaco, luvas, cachecol, boina, botas, tudo para me proteger um pouco mais da sensação térmica, que apesar dos 10º, parece bem menos. E eis que vejo na rua meninas com roupas nada apropriadas para o inverno rigoroso que ocorre no Rio Grande do Sul. Ombros à mostra, barriguinhas de fora, decotes proeminentes. Assim se veste muitas adolescentes em pleno inverno. Os meninos também aderem ao vestuário com poucas roupas, camisetas de manga curta e bermudas. E as crianças? As crianças parecem não se importar com o frio e o vento. Elas querem ir para rua correr, brincar, pular. É inverno, mas as brincadeiras não podem cessar. Fico observando, eu cheia de roupas, e mesmo assim ainda sofro com arrepios ou tremuras devido ao frio, e os adolescentes e crianças nem aí para as sensações que proporciona o inve...